A importância da vitamina D para os ossos

Muito importante para o organismo, uma vitamina D desempenha funções diversas no corpo humano e é fundamental para a prevenção da osteoporose.

A substância permite ao intestino fazer uma boa absorção de cálcio e fósforo, contribuindo para o fortalecimento dos ossos e da musculatura. Assim, sua presença é fundamental para a saúde dos ossos, mas sua falta pode causar danos aos ossos, aumento dos riscos quedas e fraturas espontâneas.

O cálcio é o composto básico de ossos, segundo o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), ingestão de alimentos com esse nutriente, ou o intestino delgado naturalmente já absorve cerca de 30% do consumo consumido. Com vitamina D no corpo, porém, esse índice chega a 80%, processo conhecido como homeostase.

Apesar do nome, esta vitamina é verdade no hormônio – descoberta ocorrida apenas na década de 1970. Além de influenciar a força dos músculos e músculos, uma vitamina D também está diretamente relacionada à longevidade, além de regular ou crescer e colaborar com o sistema imunológico e cardiovascular. Essa substância ainda ajuda a doenças crônicas, como diabetes, doenças autoimunes, além de diversos tipos de câncer e prevalência ou declínio cognitivo.

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Quais os sinais de falta dessa vitamina?

Os baixos índices de vitamina D podem reproduzir uma produção de efeitos, por isso, queixas e lesões podem ser um sinal. Sentir-se cansado ou tempo todo, dor e fraqueza muscular, queda de cabelo em excesso e mudanças de humor – TPM, irritabilidade de insônia e até depressão em dias de frios – também pode ter relação com esse hormônio. Uma vitamina D também interfere na produção de serotonina e dopamina, dois neurotransmissores essenciais para o bom humor.

 

Como manter níveis adequados de vitamina D?

Segundo o Ministério da Saúde, 80% da necessidade diária pode ser adquirida pela exposição ao sol, e 20% através do consumo de determinados alimentos de origem animal. Leite integral e seus derivados, fígado e peixes de águas profundas como salmão e atum, são boas fontes de vitamina D. Se ingerida por meio de alimentos, é necessária a presença de gorduras para sua absorção pelo intestino, visto que esta é uma substância lipossolúvel .

Mas como a principal fonte de vitamina D é decorrente da exposição da pele aos raios ultravioletas B (UVB), tomar sol por cerca de quinze a vinte minutos por dia é essencial. Os melhores horários são antes das 10 horas ou após as 16 horas, quando a incidência de raios ultravioletas é menor.

É indicado que não se faça uso de protetor solar durante o processo, pois apesar de não bloquear completamente a absorção da vitamina, o produto reduz sua ativação. Se preferir, aplique o protetor solar apenas no rosto e nas mãos, pois a quantidade de vitamina exata é proporcional ao quanto de pele se expõe ao sol.

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Idosos e mulheres na menopausa precisam de mais cuidados

Estima-se que no Brasil haja mais de 10 milhões de pacientes com osteoporose, doença que atinge as mulheres sobretudo no período da menopausa e idosos. Nas mulheres, após a menopausa, a redução nos níveis de estrogênio dentro da ação desta vitamina e, consequentemente, a absorção do cálcio pelos ossos. Os homens, por outro lado, mantêm uma produção de testosterona durante toda a vida.

Já em idosos, uma produção de vitamina D é mais lenta que em jovens. Isso acontece porque à medida que envelhecemos, os rins se tornam menos hábeis, um conversor de vitamina em sua forma ativa. Essa também pode ser uma dificuldade para pessoas com insuficiência renal.

 

Excesso de vitamina D também é prejudicial

Mesmo assim, as coisas podem ser prejudiciais se houver excesso. Por isso, o uso de suplemento para relatórios de níveis de vitamina D deve ser feito apenas sob recomendação médica.

Em níveis acima do adequado, uma vitamina D pode aumentar a concentração de cálcio no sangue, favorecendo a formação de cálculos renais. Outros sintomas mais comuns são náuseas, sede, perda de apetite, fraqueza muscular, dores nas articulações, nervosismo, pressão alta e insuficiência renal.

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